Conheça o Tarot

Adivinhação ou Autoconhecimento?

Talvez a sua visão do Tarot esteja relacionada a adivinhação ou futurologia. É possível que você veja este oráculo como uma forma de conhecer o seu futuro. Até certo ponto você está certo, mas o Tarot é muito mais do que isso.

O Tarot não é apenas uma ferramenta para se prever o futuro. Aliás, este nem é o objetivo principal do Tarot.

O Tarot, antes de tudo, é uma ferramenta de autocinhecimento e tem por objetivo principal a transformação do ser humano. Enquanto o Tarot adivinhatório só quer conhecer fatos, o Tarot de autoconhecimento pretende compreendê-los.

Em síntese, o Tarot não está nos fatos e circunstâncias externas, mas no indivíduo que os vive.

Os Cinco Princípios do Tarot

Veet Pramad

Estes são os princípios que regem a leitura que eu faço. É importante que você tenha consciência destes princípios antes de contratar o serviço.

1. Nossas vidas não são o produto das circunstâncias, mas sim de nossas decisões; somos plenamente responsáveis pela vida que temos.

2. Tomamos nossas decisões a partir de nossas crenças e padrões de comportamento, construímos nossas vidas a partir de nossas crenças.

3. O principal obstáculo para atingir a realização em qualquer aspecto da vida somos nós mesmos, isto é, nossas resistências a mudar as crenças e os padrões de comportamento que não funcionam.

4. Atraímos o que precisamos para crescer.

5. Cada um de nós leva dentro de si os potenciais necessários para realizar-se em todos os aspectos e ser feliz. "A felicidade e a fortuna são questões de escolha e não de sorte." (Osho)

"Pela confrontação dos arquétipos e pela relativa liberação da sua compulsão, tornamo-nos cada vez mais capazes de responder à vida de maneira individual. Como vimos, o comportamento dos que têm pouca percepção dos arquétipos é predeterminado por forças invisíveis. É quase tão rigidamente programado quanto o comportamento instintivo dos pássaros e das abelhas, que sempre reagem a certos estímulos de modo pré-ordenado, de modo que o acasalamento, a edificação, a migração, etc, são levados a cabo em padrões idênticos através das gerações. Mas quando um ser humano adquire determinado grau de autopercepção, é capaz de fazer escolhas diferentes das da multidão e de expressar-se de um jeito só seu. Tendo contato com o seu próprio e verdadeiro eu, já não será presa da tagarelice de outros eus, interiores e exteriores. O que "eles" estão fazendo e dizendo influirá menos na sua vida. Será capaz de examinar costumes sociais e idéias correntes e adotá-los ou não, como bem entender. Estará livre para agir conforme as necessidades mais profundas e o mais verdadeiro eu."

Trecho do livro "Jung e o Tarot - Uma Jornada Arquetípica" de Sallie Nichols